Nas
últimas semanas, debates interessantes, que envolvem valores e temas
que prezamos, têm acontecido em nosso país na área cultural. Porém,
infelizmente, devido às minhas muitas ocupações, ainda não tive tempo de
escrever a respeito (Como prometido, as análises sobre os dois temas já se encontram no espaço de comentários desta postagem).
Entretanto, como já há muita informação interessante sobre essas
discussões disponível na Internet, apresento a seguir, à guisa de
introdução e análise sobre o assunto, alguns desses links para,
posteriormente, postar no espaço de comentários minha tradicional longa
análise sobre os dois casos.
O primeiro debate diz respeito à condescendência da mídia com a chamada “nudez artística”. O debate foi encetado não por um evangélico ou católico conservador, mas, o que era inesperado, por um consagrado ator "global": Pedro Cardoso. Ele combate explícita e contundentemente a indústria da pornografia no meio cultural, que tem suas atividades eufemizadas sob o conceito nebuloso de “nu artístico”. Um link interessante sobre o assunto pode ser encontrado no blog do irmão Valmir Milomem.
O primeiro debate diz respeito à condescendência da mídia com a chamada “nudez artística”. O debate foi encetado não por um evangélico ou católico conservador, mas, o que era inesperado, por um consagrado ator "global": Pedro Cardoso. Ele combate explícita e contundentemente a indústria da pornografia no meio cultural, que tem suas atividades eufemizadas sob o conceito nebuloso de “nu artístico”. Um link interessante sobre o assunto pode ser encontrado no blog do irmão Valmir Milomem.
A íntegra do manifesto de Pedro Cardoso pode ser encontrada em seu blog.
Lá você encontrará também a série de emails que ele trocou com o
diretor e a editora da maior revista pornográfica publicada no Brasil
quando da tentativa destes de entrevistá-lo para falar sobre seu
manifesto. Nesses emails, Cardoso expressa sua crítica a tal revista
pela sua proposta editorial e por insistir em não se identificar como
pornográfica.
O detalhe é que, semanas antes, Cardoso já havia dado entrevista interessante ao jornalista Roberto Dávila em que, em dado momento, criticou a Editora Abril pela contradição ética de ter uma revista que defende tanto a ética na política (a revista Veja), mas, ao mesmo tempo, publicar a versão brasileira da maior revista pornográfica do mundo. Trechos da entrevista estão acessíveis na Internet aqui. É importante dizer que não concordo com alguns posicionamentos do ator em relação a determinados assuntos, mas seus argumentos contra a indústria da pornografia no meio cultural e sua denúncia quanto à eufemização da pornografia no meio artístico são, sem dúvida alguma, precisos e acertados.
Devido a essa crítica articulada de Cardoso e à repercussão em seu blog dos emails trocados com o pessoal da tal “revista de adultos”, a Editora Abril usou a revista Veja desta semana para tentar responder a Cardoso. E não foi uma pequena resposta. Simplesmente, a peça é o assunto principal da atual edição de Veja – a matéria de capa. O que não ajudou, por dois motivos. Primeiro, os contra-argumentos da revista são pífios (Leia-os aqui, e uma análise interessante sobre alguns desses argumentos neste link. Lembrando que, brevemente, no espaço de comentários desta postagem, pretendo inserir ainda uma análise de minha lavra sobre tais argumentos); e em segundo lugar, a importância que a Editora Abril deu às críticas de Cardoso demonstra que o grupo foi realmente abalado por elas.
Outro debate interessantíssimo tem acontecido desde o final de novembro, quando Marcelo Leite, colunista de Ciências da Folha de São Paulo, criticou abertamente a Universidade Presbiteriana Mackenzie, uma das mais respeitadas instituições de ensino universitário no país, por ensinar tanto o evolucionismo como o criacionismo nas aulas de ciências. O artigo da Folha de São Paulo está acessível aqui e com mais detalhes aqui.
O jornal Estado de São Paulo também repercutiu o assunto agora há pouco, lembrando que colégios adventistas e batistas fazem o mesmo. A matéria do Estadão está aqui.
O detalhe é que, semanas antes, Cardoso já havia dado entrevista interessante ao jornalista Roberto Dávila em que, em dado momento, criticou a Editora Abril pela contradição ética de ter uma revista que defende tanto a ética na política (a revista Veja), mas, ao mesmo tempo, publicar a versão brasileira da maior revista pornográfica do mundo. Trechos da entrevista estão acessíveis na Internet aqui. É importante dizer que não concordo com alguns posicionamentos do ator em relação a determinados assuntos, mas seus argumentos contra a indústria da pornografia no meio cultural e sua denúncia quanto à eufemização da pornografia no meio artístico são, sem dúvida alguma, precisos e acertados.
Devido a essa crítica articulada de Cardoso e à repercussão em seu blog dos emails trocados com o pessoal da tal “revista de adultos”, a Editora Abril usou a revista Veja desta semana para tentar responder a Cardoso. E não foi uma pequena resposta. Simplesmente, a peça é o assunto principal da atual edição de Veja – a matéria de capa. O que não ajudou, por dois motivos. Primeiro, os contra-argumentos da revista são pífios (Leia-os aqui, e uma análise interessante sobre alguns desses argumentos neste link. Lembrando que, brevemente, no espaço de comentários desta postagem, pretendo inserir ainda uma análise de minha lavra sobre tais argumentos); e em segundo lugar, a importância que a Editora Abril deu às críticas de Cardoso demonstra que o grupo foi realmente abalado por elas.
Outro debate interessantíssimo tem acontecido desde o final de novembro, quando Marcelo Leite, colunista de Ciências da Folha de São Paulo, criticou abertamente a Universidade Presbiteriana Mackenzie, uma das mais respeitadas instituições de ensino universitário no país, por ensinar tanto o evolucionismo como o criacionismo nas aulas de ciências. O artigo da Folha de São Paulo está acessível aqui e com mais detalhes aqui.
O jornal Estado de São Paulo também repercutiu o assunto agora há pouco, lembrando que colégios adventistas e batistas fazem o mesmo. A matéria do Estadão está aqui.
A
essas instituições, meus parabéns pela decisão, que em nada fere a Lei
de Diretrizes e Bases da educação brasileira, além de ser extremamente
salutar. Escrevo mais sobre o assunto também brevemente no espaço de
comentários desta postagem.







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