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segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

EUA consideram ataques militares contra o Irã.


O presidente Donald Trump tem sido explícito sobre isso nos últimos dias. Ele afirmou publicamente que os EUA estão analisando "opções muito fortes" (very strong options) e que o governo americano está "preparado para ajudar" os manifestantes iranianos a alcançarem "liberdade". Trump mencionou que foi informado sobre possibilidades de ação se o regime continuar reprimindo violentamente os protestos, que já deixaram centenas de mortos (relatos de grupos de direitos humanos apontam para mais de 500 a 538 vítimas desde o início das manifestações em fins de dezembro de 2025).Contexto principal
  • Os protestos começaram no final de dezembro de 2025, inicialmente por questões econômicas (inflação galopante, desvalorização do rial e crise no Grande Bazar de Teerã), mas rapidamente evoluíram para demandas políticas radicais, incluindo o fim do regime clerical do Aiatolá Ali Khamenei.
  • O regime respondeu com repressão pesada: blackout de internet, bloqueio de comunicações, detenções em massa e uso letal de força. Isso levou Trump a ameaçar intervenção direta.
  • Trump já ordenou ataques a instalações nucleares iranianas em junho de 2025 (em coordenação com Israel, durante um conflito de 12 dias), o que torna a ameaça atual mais crível, já que ele cumpriu promessas semelhantes recentemente (incluindo uma ação em Venezuela em janeiro de 2026).
Opções em discussão (segundo fontes como NYT, WSJ, BBC, Al Jazeera e CNN)
  • Ataques aéreos cirúrgicos ou em larga escala contra alvos militares, instalações de segurança ou até remanescentes do programa nuclear.
  • Ações cibernéticas contra o aparato repressivo ou militar iraniano.
  • Ampliação de sanções econômicas.
  • Apoio indireto aos manifestantes (ex.: restabelecimento de internet via Starlink, amplificação de fontes antigoverno online).
  • Não há indícios de movimento iminente de tropas americanas para uma invasão terrestre — o foco parece ser em ações limitadas ou "simbólicas" para pressionar o regime.
Trump foi informado sobre essas opções em briefings recentes, mas não há decisão final anunciada. Alguns assessores (como o vice-presidente JD Vance) defendem diplomacia ou alternativas menos agressivas. O próprio Trump mencionou que líderes iranianos "ligaram para negociar" e que uma reunião estaria sendo marcada, mas ele alertou que "pode ser necessário agir antes".Reação do Irã
  • O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Baqer Qalibaf, declarou que, em caso de ataque americano, bases militares dos EUA, navios e Israel seriam "alvos legítimos".
  • O ministro das Relações Exteriores iraniano afirmou que o país "não busca guerra, mas está totalmente preparado".
  • Teerã acusa EUA e Israel de fomentarem os protestos e impôs blackout de comunicações para dificultar coordenação dos manifestantes.
Situação atual (12-13 de janeiro de 2026)
  • Há especulações intensas em redes (incluindo picos anormais de pedidos de pizza perto do Pentágono, um indicador informal de atividade militar), mas fontes oficiais americanas negam sinais de ataque iminente.
  • Uma reunião de alto nível com assessores de Trump estava marcada para discutir o tema.
  • O risco de escalada regional é alto, especialmente envolvendo Israel (que coordena ações com os EUA) e proxies iranianos.
Em resumo: sim, os EUA consideram (e ameaçam abertamente) ataques militares contra o Irã para responder à repressão aos protestos, mas nada foi executado até agora. A situação é extremamente tensa e volátil, com potencial para rápida deterioração.

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